Dias d'ávila, 29 de Junho de 2017

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Secretária de Saúde de Dias d Ávila entrega repelentes para gestantes cadastradas no Bolsa Família

  • Por: Assessoria de Comunicação da Prefeitura
  • sex, 07/04/17 às 17:06
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Pensando em proteger as mulheres que estão grávidas das doenças que são transmitidas pelo Aedes aegypti, a Secretaria Municipal de Saúde de Dias d’ Ávila (SESAU) realizou importante atividade com as gestantes acompanhadas na Unidade de Saúde da Família do Parque Petrópolis. Foram distribuídos repelentes na tarde da ultima quinta-feira (06) para todas as gestantes que são cadastradas no Programa Bolsa Família.

Os repelentes distribuídos têm formato de spray em embalagens de 100 ml. O fornecimento é feito pelos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social. O objetivo é reforçar a proteção das gestantes contra o Mosquito Aeds Aegypti, transmissor da Zica, Dengue e Chikungunya, e causador de diversas complicações como a Microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré

Durante a entrega foi discutida a importância da vinculação com a Maternidade e como se preparar para um parto seguro e humanizado. É importante afirmar, que todas as gestantes do Município que são cadastradas no Programa Bolsa Família receberão em suas respectivas Unidades o Repelente.

Mesmo com a distribuição dos repelentes, a Secretaria afirma que a população também deve fazer a parte dela, mantendo caixas, tonéis e barris de água com tampa; fechando bem os sacos plásticos com lixo; mantendo garrafas de vidro ou plástico sempre com a boca para baixo e enchendo os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda.

O vírus da Zika

De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus foi descoberto em 1947, em macacos que viviam em uma floresta em Uganda, na África, chamada Zika – por isso a doença tem esse nome. E apenas em abril de 2015, o vírus foi identificado pela primeira vez no Brasil.

A única forma de propagação do zika é pela picada do Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a febre chikungunya. Geralmente, assim como nos outros casos, o mosquito fêmea é o transmissor da doença. O ministério ainda afirma que a doença não é transmitida via leite materno, urina e saliva.

Em função disso, apesar de pouco tempo no país, 215 mil casos de zika foram confirmados pelo Ministério da Saúde em todo o Brasil, até 2016. A maior parte dos registros aconteceu nas regiões Sudeste (42%) e Nordeste (35%), tendo os estados do Rio de Janeiro e Bahia como os líderes de incidência da doença, 68 mil e 51 mil casos, respectivamente.

Entenda o ciclo de transmissão de Zika, Chikungunya e Dengue

Entre os principais sintomas estão dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.

No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após três a sete dias. No entanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito, como identificado no mês de novembro de 2015, pela primeira vez.

Atualmente não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus. Também não há vacina contra a doença. O tratamento recomendado pelo ministério é o uso de paracetamol ou dipirona para o controle da febre e da dor. Porém, a pasta recomenda não usar remédios à base de ácido acetilsalicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por outros flavivírus.